Os lugares já foram marcados e a comida já foi posta à mesa para deleite dos esfomeados que assistem à esse triste espetáculo. Respeitável público! Eu não quero me ausentar de lugares que também são meus, mesmo que esse lugares nem tenham barreiras definidas e nem muito menos sejam meus. As pessoas, não. Elas eu sinto que já as perdi. Sinto no olhar, no ignorar, no rir. Sinto no meu esforço de me sentir bem estando presente. As relações, aos poucos, deixando de ser afetivas, como caminhar para lado diferentes de uma ponte. Líquidas. Frias. Congelantes.
domingo, 30 de março de 2025
decepções, lugares e pessoas
O quão triste é se decepcionar com pessoas até então queridas, se decepcionar com projetos que eram uma casa, um lugar de morada. Estou nesse lugar. E ainda não sei como sair dele. A decepção tira o chão, né, faz o ar faltar. A decepção traz raiva. Choro. E eu não quero estar aqui, assim, na névoa da decepção.
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