terça-feira, 28 de junho de 2011

Eu gosto de olhar seu blog, como se fosse uma tortura íntima. Olho, procuro nuances que sejam de um passado de vocês. Procuro como se fosse medo do presente. Mas que besteira minha procurar por isso! A única coisa que pode disso ocasionar é um aumento de minha tristeza, um ciúme bem chatinho lá no fundo do peito. É muito estranho gostar de alguém, assim tão platonicamente!
Eu sempre gostei muito de gostar, desculpe o pleonasmo. Lembro-me de grandes amores que eu tive. Tive alguns! Como já disse, sempre gostei de gostar!
Lembro que fui apaixonada durante muito tempo, alguns anos exatamente, pelo Mário. Nós nunca ficamos. Uma vez uma amiga minha teve que escrever uma carta de amor para eu entregar a ele! Eu antes era pior do que hoje para demonstrar sentimentos. Nunca entreguei a carta, ela acabou perdendo-se no tempo. Lembro que toda vez que eu passava de ônibus perto da casa dele ficava torcendo: "Entra no ônibus, entra no ônibus"! Ele nunca entrou. E eu nunca mais o vi.
E o Jam? Jam eu idolatrava de uma maneira absurda! As pessoas me diziam, sai dessa Iole, o cara é mal caráter. Mas não tinha jeito. Era estar ao lado dele para tudo virar música e luzes! Era estar ao lado dele para meus olhos se encherem de lágrimas, enorme felicidade dele estar ali, comigo! Como eu era boba. Bastava ele estalar os dedos que eu estava ali, ao seu lado. Era tudo que eu desejava. E a gente ficava, a gente brigava. Ele sempre me dizendo que as pessoas falaram isso e aquilo de mim. E deviam falar mesmo. Do mesmo jeito que falavam muito dele para mim. Éramos dois errados. E eu queria ser certa, ao lado dele. E não foi uma vez que ele sumiu, me deixou sozinha em canto estranho. Um dia ele foi embora pro Sul. Depois de um tempo passou a me ligar, me mandar mensagens... ♫Mas hoje eu recebi um telegrama, era você lá do Sul ou do Alabama...♫ Um dia ele voltou. E foi estranho comigo novamente, me cobrou coisas sem sentido. Vim parar em Fortaleza. Um dia ele disse que vinha atrás de mim. E eu recuei. Tive muito medo. Foi um amor muito grande e que me fazia sofrer demais. Tive medo de sentir tudo de novo e ver de novo meu mundo desabar em precipício. A última notícia que tive ele estava namorando. Olhei todas as fotos do álbum da namorada dele pela internet. Sofria, me remoía, queria ser eu ali ao lado dele. Como será que ele está? Será que está bem? Será que continua irritantemente geminiano?
...
Ah, tou sem saco para um monte de coisa.
Sem saco para camisetas esquecidas, para palavras não trocadas, para versos mal interpretados.
Sem saco para trabalho de faculdade, sem saco para arrumar a casa.
Sem saco para ir atrás de novo celular.
Sem saco para tudo.

domingo, 26 de junho de 2011

Abri uma pasta estranha no meu computador, e tinha fotos dela lá.
Mas, por quê?
Como vieram parar aqui?
E logo dela???

Podia passar o começo de domingo sem essa!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Desculpa...
Eu não sei.
Na realidade é tanta coisa!
Às vezes é vontade. Outras, dúvida.

Ando meio cansada ultimamente, e talvez isso ande me prejudicando.


Você escreve encantadoramente...

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Ela olhava para ele, sentia seu peito nu enquanto se aninhava.
Elle deitava-se às suas costas.
Ela, ele, elle.
Corpos viravam eclipse de lua, sol e estrela.
Todo um pensamento que fosse deveras sujo e imoral.
Conceitos de moralidade ditos por uma sociedade careta e hipócrita.
Eles não se preocupavam com isso.
Queriam corpo, sexo, despudor.
Queriam carinhos, beijos e afagos!
Ela se perguntava o por quê de querer assim, o complicado, ele, elle.
Mas enquanto estavam deitados era o que ela queria.
Estranhamento.
Eram amigos.
Mas e daí? Se perguntava.
Será que tudo vai mudar só por causa disso?
Ele cochilava...
Ela sorria, seus olhos pestanejavam...
Elle viajava por mundos incompreensíveis...
Eram felizes...

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Vamos ficar juntos por dois segundos
E fazer desse um nosso outro mundo!
 
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