Quando eu era criança gostava de observar as janelas das casas e me perguntar como seria lá dentro, as cores das paredes, os móveis, se havia quadros ou não, quem sabe uma flor na mesa da sala. Eu olhava de binóculo da janela do quarto do meu avô. E me sentia íntima de todos aqueles lares que meu olhar alcançava.
Quando criança gostava também dos playgrounds dos prédios. Ficava me imaginando explorando aqueles lugares. Às vezes nem eram playgrounds realmente, mas uma pequena área que fosse já ativava minha imaginação!
E, ainda hoje, me pego, às vezes, olhando janelas distantes.

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